• Redação JM

Ômicron e Influenza frustram expectativa de volta ao normal!

A expectativa de que o início de 2022, depois de dois anos de pandemia, seria o momento da volta maciça aos trabalhos, mas está sendo posta à prova pelo aumento das infecções por Covid-19 e Influenza. Com isso, as empresas de vários portes que estavam programando retorno ao normal presencial estão revendo seus planos.

Empresas de tecnologia, indústrias, passando por vários segmentos nos quais o home office é quase impossível. No setor privado da mesma forma, a tônica tem sido a cautela, antes a ideia de retornar ao trabalho presencial quando todos estivessem vacinados. Agora, está sendo discutido se a volta ao normal será somente após fim da dose de reforço.

O mês de dezembro, antes da onda de casos de Covid e do vírus H3N2 (Influenza) atingir números alarmantes, foi um momento de relaxamento no distanciamento social, realizações de festas por diversas empresas e também de reuniões de família para as celebrações de fim de ano. Muitas empresas viram o resultado claro dessa tendência se refletir em infecções em suas equipes.

Acredita-se que só voltaremos ao normal quando houver redução sustentada no número de infectados no País. Não devemos expor os colaboradores ao risco de contaminação. Temos que ficar de olho nos números, como a população está sendo vacinada, os casos são mais leves.

Especialistas em saúde preveem cenário com menos mortes neste ano, mas de incertezas em relação ao fim da pandemia devido à onda de Ômicron e o eventual surgimento de novas variantes do Coronavírus.

A previsão de menor letalidade tem como base o avanço da vacinação. Vamos só conseguir interromper a transmissão do vírus quando toda a população do planeta estiver vacinada. A razão é simples, assim o vírus não vai ter mais pessoas suscetíveis ao adoecimento e a velocidade da vacinação é determinante para que possamos interromper a doença também.

Recomenda-se os protocolos mais seguros: Usar máscara, álcool em gel, não ficar em lugares fechados e evitar aglomerações salvam vidas.

Texto: João Sibirino

Adaptação: Jornal Minuano