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  • Foto do escritorRedação JM

A maior tragédia do Rio Grande do Sul!

A Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Exército e voluntários continuam os resgates, enquanto uma força-tarefa tenta ajudar os 447 municípios afetados. Milhares de pessoas fora de casa.

Diante da dimensão da tragédia, que já causou R$ 559 milhões em prejuízos, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Passa de 149 o número de mortos no Rio Grande do Sul. 127 pessoas estão desaparecidas e outras 806 foram resgatadas feridas. Mais de 619 mil pessoas estão fora de casa, os trabalhos de resgate e as buscas por desaparecidos seguem. 76.470 pessoas e 10.814 animais já foram resgatados. 340 embarcações, 41 aeronaves, 4,4 mil viaturas e efetivo de mais de 27 mil agentes de forças de resgate já foram utilizados desde o início das chuvas.

Ainda, consta lista com os nomes dos mortos e dos desaparecidos na tragédia. Mais de 619.067 pessoas estão fora de suas casas. 80.826 delas estão em abrigos e outras 538.241 estão desalojadas. No total, mais de 2,11 milhões de pessoas foram afetadas pelas chuvas.

O Rio Grande do Sul começou a semana em alerta para a cheia dos rios. Segundo a MetSul, apesar de as chuvas começarem a diminuir, os temporais do fim de semana voltaram a aumentar o nível dos rios, o que provocou novas cotas de inundação, enchentes e deslizamentos de terra. 

Nas bacias dos rios Taquari e Caí, por exemplo, o pior ocorreu na primeira metade da semana. São dois rios de resposta rápida que subiram com a descida de águas da Serra. Os níveis não atingiram as marcas extremas do começo do mês, recordes, mas foram cheias de grandes proporções pelos valores médios históricos.

O Rio Gravataí, por sua vez, recebeu grandes volumes de água que caíram no Litoral Norte, na região de Santo Antônio da Patrulha, e que rumou para a Grande Porto Alegre. Assim, os níveis se elevaram gradualmente no decorrer da semana, com cheia de grande proporção. O mesmo ocorreu no Rio dos Sinos.

Todo esse impacto se refletiu no Guaíba, em Porto Alegre, que recebeu a água de quase todos os rios. Com isso, a situação se agravou na Capital durante a semana com a chegada da segunda grande onda de vazão vinda dos rios contribuintes.

As temperaturas caíram no Rio Grande do Sul. Isso porque o ar de origem polar começou a avançar sobre o estado na segunda-feira (13), baixando as temperaturas. Em algumas áreas os termômetros ficaram abaixo dos 10ºC.

Apesar da trégua, a chuva retornou ao Rio Grande do Sul. Conforme previsão do Climatempo, uma nova mudança na circulação dos ventos, em vários níveis da atmosfera, gerou novas áreas de instabilidade.

Nos resta rezar a São Pedro para que pare de chover!

 


 


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