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  • Foto do escritorRedação JM

Os benefícios da leitura em jornais impressos e na tela!

Como se sabe, embora muitas dessas produções tenham migrado para o universo on-line, o impresso não deixou de existir e continua com produção considerável. Ou seja, se é fato que hoje em dia as pessoas usam o smartphone ou o notebook para ler artigos, revistas ou mesmo livros, também é verdade que as publicações impressas continuam cativando os leitores.

Mas será que ler na tela é o mesmo que ler um impresso? Quais as vantagens e desvantagens de cada um?

Leitura em tela

Fala-se em leitura em tela quando a pessoa utiliza dispositivo como computadores, smartphones, tablets ou os chamados e-readers (dispositivos mais leves, preparados para esse tipo de atividade) para ler algum conteúdo, seja um simples artigo ou algo mais denso, como jornais, revistas e livros.

Vantagens da leitura em tela

Os computadores de mesa nem tanto, mas os dispositivos como os notebooks, os smartphones e os tablets, por exemplo, dão mobilidade para os leitores. Esses dispositivos não costumam ser pesados e podem ser levados para diversos lugares, desde transportes públicos até espaços específicos, como praias, hospitais e academias. Além disso, esses dispositivos têm grande capacidade de memória, ou seja, podem armazenar milhares de livros, revistas e artigos, sem que isso represente acréscimo de peso, por exemplo. Outra vantagem é que esses materiais costumam ser mais baratos, o que facilita sua popularização.

Mas muitos especialistas lembram que outra grande vantagem da leitura em tela é a democratização do conhecimento. Hoje em dia é muito raro não encontrarmos livros e artigos importantes no formato digital. Com isso, mais pessoas podem ter acesso a esse conteúdo, gerando maior distribuição do conhecimento.

Desvantagens da leitura em tela

Muitos cientistas alegam, com base em algumas pesquisas, que a leitura em tela não é tão produtiva quanto a no papel. Muitos dizem que o nível de concentração na tela é consideravelmente menor e que, além disso, a interpretação é mais precária nesse caso. No entanto, não há estudos conclusivos nesse sentido, ou seja, são mais hipóteses e impressões do que propriamente verdades absolutas. Fato é que a tela pode ser um pouco mais agressiva, por exemplo, para os olhos. Ou seja, a luz pode deixar os olhos mais irritados e secos. Além disso, as pessoas podem ficar mais dispersas, isso porque têm acesso a mais janelas e o navegador de internet é facilitador dessa dispersão. Os fatores são ainda potencializados quando falamos do uso de celular durante o período noturno.

Leitura no papel

A leitura no papel é efetuada desde a Antiguidade, quando os egípcios descobriram o papiro e começaram a deixar algumas mensagens nos rolos feitos da planta.

Historiadores relatam que foi na China, por volta de 105 d.C., que o papel foi inventado. Feito de mistura de restos de tecido, casca de amoreira e cânhamo, o papel precisava ficar secando ao sol para ser usado.

De início, os livros, como a Bíblia, eram escritos à mão. Por isso, eram considerados objetos raros e pouco populares. Com o tempo, foram inventadas técnicas de impressão, como a de Gutenberg, fazendo com que os livros e jornais se popularizassem mundo afora.

Vantagens da leitura no papel

Embora algumas pesquisas sugiram que a leitura no papel seja melhor, porque estimula a concentração, atenção aos dados e fatos narrados, não há conclusões que sejam aceitas por toda a comunidade científica. O que se sabe é que não há janelas que possam distrair os leitores, por isso o nível de concentração pode ser maior. Além disso, costuma ativar áreas como as de memória afetiva, especialmente a tátil e a olfativa.

Um leitor que pega no papel para ler um jornal, livro, por exemplo, guarda memórias de seu cheiro, sua textura e, por isso, pode ter também mais lembranças afetivas com relação àquilo que leu.

Os hábitos digitais estão atrofiando nossa habilidade de leitura e compreensão. Ler jornais e livros para as crianças, antes mesmo de elas começarem a falar, isso estimula conexões neurais, a atenção recíproca entre pais e filhos. A experiência tátil dos jornais e livros é o começo ideal para uma vida de leitor. Especialistas sugerem que crianças com menos de 2 anos não devem ser expostas a telas.

Leitura no papel, como jornais, livros e revistas é o melhor caminho. Mais saudável para todas as gerações!


 




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