• Redação JM

Quarentena e a saudade da criançada!

Devo dizer que sinto falta da criançada indo para a escola, andando na rua, algumas alegres e outras tristes. Mas, a maioria alegre, conversando, sorridente e barulhenta. O Coronavírus mudou a rotina das famílias e das crianças, impactando muito seu cotidiano. No momento, é fundamental acolhê-las e criar ambiente em que elas possam expressar seus sentimentos.

Campanha da Comunicação em parceria com Unicef no Brasil, surge com objetivo de estimular as crianças a contar como estão se sentindo por meio de desenhos. Os primeiros relatos que chegaram ao Unicef, trazem mensagens muito importantes. Um menino colocou no papel os diferentes sentimentos que fazem parte de seu dia a dia agora. “Tenho várias emoções, é muito confuso, um dia eu estou triste porque não posso sair de casa, não posso ver meus amigos. Outro dia estou feliz porque aprendi uma coisa nova, depois eu fico triste de novo porque penso que pode morrer alguém próximo de mim”. Sinto saudade de abraçar e beijar minha vó, meu vô, minha mãe, desenhei a minha família brincando de massinha e corações porque eu estou gostando. Se a gente está dentro de casa é porque não é para sair”, conta uma menina. Pais, mães e responsáveis devem abrir esse espaço de diálogo com seus filhos e filhas, organizando ambiente acolhedor, em que a criança possa desenhar e falar sobre como se sente.

Muitas vezes, olhamos a quantidade de crianças, ficamos a imaginar como os municípios comportarão após cada um terminar os estudos e necessitar de emprego. O Brasil, com quase treze milhões de desempregados e mais o agravamento com a pandemia, muitas pessoas perderam o emprego, algumas com sorte estão conseguindo auxílio emergencial.

Nos tempos de pandemia, ficar em casa é uma necessidade de prevenção contra o vírus, mas os gastos aumentam, se tiver emprego e estiver no grupo de risco fica complicado também. Mais importante de tudo é a convivência em família, não se isolar dos vizinhos, amigos, observar a distância e se proteger. A união mesmo a distância mantém os laços de amizade e quando necessário uma família ajuda a outra.

Está escrito por Deus, deixai vir a Mim as criancinhas porque delas é o Reino dos Céus. Digo mais, o futuro da nação também depende delas que no momento da pandemia estão protegidas por Deus, e são as menos afetadas pelo vírus. Manter a vigilância não custa nada, fique em casa, fique bem. Tudo isto vai passar, até quando não sabemos, vamos crer que seja em breve.

Criançada, estamos com saudade. Cidade sem criança é monótona e sem futuro.




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