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  • Foto do escritorRedação JM

Santa Bárbara do Sul: Escola Municipal Bom Pastor, de Capão Alto, seguirá para o ano letivo de 2024

Na manhã de quarta-feira (08), o prefeito Mário Filho, vice- prefeita Marivane Kuhn e secretária de Educação Simone Feiden receberam na Prefeitura Municipal de Santa Bárbara do Sul, os moradores da comunidade de Capão Alto e a diretora da Escola Municipal Bom Pastor Ionara Simsen, para reunião sobre o ano letivo de 2024.

Na oportunidade, o prefeito Mário Filho informou que a comunidade escolar de Capão Alto pode ficar tranquila no aspecto do funcionamento da Escola Bom Pastor, pois foi reavaliado o cenário e houve a possibilidade de manutenção das atividades da instituição para 2024 - com novo formato de atendimento, que permanecerá apenas com anos iniciais, conforme Decreto Estadual n° 56.679/2022.

A vice-prefeita Marivane e a secretária de Educação Simone destacaram aspectos técnicos que foram reavaliados, em especial o trabalho desenvolvido pelos profissionais de educação sob a gestão da diretora Ionara e parabenizaram a comunidade pelo empenho no auxílio de matrículas que possibilitaram a manutenção da escola. Ata registrou o que ficou definido, inclusive, a possibilidade de nova avaliação em 2024.

Os representantes da comunidade escolar de Capão Alto agradeceram a compreensão da Administração Municipal e reforçaram o compromisso mútuo na garantia de manutenção da escola.

Para entender:

Em julho deste ano, reunião com representantes da comunidade determinou que avaliação seria realizada em novembro, antecedendo os prazos de matrículas e rematrículas (13/11 a 15/12) para definição sobre as atividades da escola, uma vez que, conforme a Secretaria de Educação, a instituição registra baixa em matrículas, o que, comprovadamente, prejudica o desempenho escolar dos alunos devido ao processo de turmas multisseriadas, além de resultar ainda em menos arrecadação financeira - pois os repasses acontecem por aluno matriculado.

A Administração pontuou no encontro realizado em julho, que além da preocupação em relação ao desempenho escolar e insuficiência financeira, a escola precisa de números mínimos de matrículas para que se possa comprovar junto a órgãos fiscalizadores de gestão que a instituição pode permanecer em funcionamento.

Texto e fotos: João Bóllico


 


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