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  • Foto do escritorRedação JM

Para quem interessa a guerra?

Para o sistema capitalista globalizado a guerra é uma necessidade para reafirmar o poder no planeta, vender armas e consumir material bélico produzido por robôs, apropriar-se da situação geopolítica no Oriente Médio, apossar-se das reservas de petróleo da Síria, reduzir drasticamente a população civil que já vinha sendo assassinada pelos grupos terroristas financiados pelos Estados Unidos e Israel. Também destruir um país que se destacou, entre os demais territórios árabes, por ultrapassar as limitações medievais da cultura religiosa que existe como pressão imposta por famílias dominantes nos países vizinhos. Proporcionar desenvolvimento moderno ao nível das nações ricas ocidentais.

Para a elite do sistema capitalista que manobra as nações ocidentais mais desenvolvidas foi necessário levar ao poder governamental pessoas como Trump, visivelmente um boneco de ventríloquo, irresponsável e desprovido de qualidades humanas e Macron, versão elitista europeia de robô moderninho, e promover a saída do Reino Unido da União Europeia, que deixou todo o Império Britânico submetido ao poder comercial e político dos Estados Unidos. Foi o primeiro passo para dominar a União Europeia e a própria ONU, que ainda mantêm ponte social democrata antifascista com a esquerda e as populações que se consideram apolíticas no esforço por construir um mundo onde a paz e o trabalho progressista garantam o desenvolvimento positivo da humanidade.

Com a divulgação das mentiras e das ameaças de catástrofe de Terceira Guerra Mundial através da mídia globalizada, a elite comandante pressiona os responsáveis governamentais das nações dependentes da UE para, como nas duas grandes guerras anteriores, aderirem à composição aliada (agora integrando a Alemanha), na nova guerra fria, contra Rússia, Síria e os países que os apoiam na região Oriental. Não utilizam ainda o jargão anterior anticomunismo que está implícito no conceito de “guerra fria” referido pelo secretário da ONU.

Diante dos gravíssimos problemas que têm ocorrido na Europa com a política de desmonte do pouco que havia de Estado Social e com o desemprego e miserabilidade das populações para pagarem as dívidas criadas pela política neoliberal financeira e mais a corrupção que levou os governantes a esbanjarem o dinheiro dos contribuintes em obras públicas faraônicas e desvios de verbas incontroláveis, os trabalhadores têm manifestado a sua crescente consciência de classe explorada com manifestações de todas as profissões dos operários e auxiliares braçais aos técnicos e cientistas, dos auxiliares de saúde aos médicos, dos porteiros aos professores ou juízes, dos jovens estudantes, artistas, pedagogos, funcionários públicos, bancários, comerciários, todos os que trabalham e desenvolvem a sociedade. As famílias protestam contra os problemas criados por falta de verbas para manter o ensino e a saúde em condições democráticas e apoio social aos idosos e carenciados. Todos exigem o mínimo que uma social democracia deveria oferecer.

Os protestos na Europa estão identificados com os que levantam os povos latino-americanos agora sob a onda de golpes também nascidos da mesma elite supranacional que declara a Terceira Grande Guerra. Contra quem?

Contra todos os que, de uma forma ou outra, lutam contra os preconceitos que nos marginalizam raciais, de gênero, de liberdade de expressão em defesa das populações abandonadas e exploradas que perdem as esperanças de viverem. Contra os revolucionários que não desistem de construir uma sociedade justa e soberana!

''Lutemos todos contra a guerra, pela paz e respeito pela igualdade, também a dignidade de toda a humanidade!''


 


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