• Redação JM

Vacinas: Luzes de esperança para o fim da pandemia!

Luzes de esperança, foi com esta expressão que o Papa Francisco se referiu às vacinas, em uma de suas mensagens e bênçãos. Neste tempo de escuridão e incertezas pela pandemia, aparecem várias luzes de esperança, como a descoberta das vacinas.

O Papa Francisco ainda lançou o apelo de que as vacinas devem estar ao dispor de todos e não precisam ser geridas em modo nacionalista. Para que estas luzes possam iluminar e levar esperança ao mundo inteiro, devem estar à disposição de todos. Não podemos deixar que o nacionalismo fechado nos impeçam de viver como uma verdadeira família humana que somos.

Os responsáveis pelos Estados, das empresas e dos organismos internacionais desejam que esta etapa seja vivida num clima de cooperação e não de concorrência.

A vacina começou na Europa, para tentar compreender melhor todo processo, os riscos e as incertezas da vacinação.

O investigador, professor de Genética e Imunologia na Universidade de Portugal, considera que com este processo de vacinação já estamos no princípio do fim da pandemia.

Se 2020 ficará na história como o ano da pandemia, 2021 será conhecido como o princípio do fim da pandemia. Esta etapa que agora começamos vai ser muito longa e desigual. Vai ser muito diferente o que se passa nos países ricos e o que ocorrerá nos com mais dificuldades. Os países ricos no final de 2020 asseguraram que teriam acesso já à quase totalidade do estoque mundial da vacina. Mesmo com esforços da ONU (Organização das Nações Unidas) por uma distribuição equitativa de vacinas pelo mundo, tiveram muito pouca eficácia.

Ainda que os países ricos sejam financiadores dessa iniciativa, de fato, vai faltar muitas vacinas na maior parte deles. E esse é um problema que se vai prolongar por todo o ano de 2021 e, eventualmente, mais além. Mesmo assim, há esperança porque novas vacinas vão entrar na equação, algumas delas com a vantagem de serem bastante econômicas do que aquelas que agora temos disponíveis. Por isso, 2021 será o início do fim, mas apenas o começo. E o início de um trajeto que tem ainda muitos caminhos a percorrer.

É um dever ético de todos participarem da campanha de vacinação. Ao participar da vacinação, estamos protegendo nós próprios e os outros também. Lembre-se, não vacinar é risco de vida. Todas as vacinas comportam riscos que são considerados aceitáveis porque não as utilizar é maior do que usar.

A consequência de não vacinar é gravíssima. Então faça tua parte!